sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Clonagem Reprodutiva e Clonagem Terapêutica...

No vasto mundo da clonagem artificial podemos distinguir dois tipos da mesma: Reprodutiva e Terapêutica.
A clonagem reprodutiva é a qual tem por objectivo produzir uma réplica de um indivíduo.
À semelhança do que aconteceu com a Dolly é usada a técnica de transferência de núcleo (TN), seguindo-se o mesmo processo (note-se que a célula do animal/ pessoa que se quer clonar não e obrigatoriamente uma célula mamária, pode ser outra célula que contenha o ADN completo).

Na clonagem terapêutica segue-se os mesmos passos iniciais que na reprodutiva, com excepção de que o blastocisto não é introduzido no útero, mas sim utilizado em laboratório para produção de células estaminais (pluripotentes) que por serem multifuncionais são extremamente importantes pois podem originar vários tipos de células, produzindo assim tecidos ou órgãos necessários para transplante. Esta técnica pode assim ser utilizada para substituir células perdidas devido a doenças ou células que não funcionem bem (ex. doenças neurológicas, diabetes, doenças cardíacas, entre outras).
Esta técnica coloca uma questão muito delicada: após a “colheita” das células, o embrião seria descartado.
Seria justo matar uma vida para salvar outra? Afinal quando é que começa a vida?

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